quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Inadimplência no varejo tem alta pelo 3º ano consecutivo
As vendas do comércio varejista brasileiro cresceram 6,75% em 2012 em comparação ao ano anterior, enquanto a inadimplência aumentou 1,90%, informou nesta quarta-feira a Confederação Nacional de Dirigentes lojistas (CNDL) e o SPC Brasil. É o terceiro ano consecutivo de elevação da inadimplência, segundo a série histórica da CNDL. Em 2010, a inadimplência foi de 2,85% e, em 2011, subiu 5,34%.
Fonte: http://www.jb.com.br/economia/noticias/2013/01/09/inadimplencia-no-varejo-tem-alta-pelo-3o-ano-consecutivo/
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
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domingo, 6 de janeiro de 2013
Classe C detém mais da metade dos pequenos negócios no país, aponta Sebrae
Enquanto nos países ricos o empreendedor é de classe mais alta, no Brasil, ele é, em sua maioria (55,2%), da classe C, segundo estudo do Sebrae (Agência de Apoio ao Empreendedor e Pequeno Empresário).
O aumento da renda e do consumo é uma das explicações, segundo o presidente da agência, Luiz Barretto. As classes D e E respondem por 7,3% dos empreendedores, e as A e B, por 37,5%.
De 2003 a 2011, 32 milhões de brasileiros deixaram as classes D e E e migraram para a C, com acesso a bens que não possuíam antes.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1191127-classe-c-detem-mais-da-metade-dos-pequenos-negocios-no-pais-aponta-sebrae.shtml
sábado, 5 de janeiro de 2013
Com baixo custo, microfranquia atrai investimento de iniciantes
Guilherme Sampaio, 24, trabalhava na área de TI (Tecnologia da Informação) enquanto pensava em abrir seu próprio negócio. Imaginava, entretanto, que esse fosse um objetivo difícil de alcançar.
A ideia se concretizou quando um amigo disse que o sonho exigiria um investimento menor do que ele pensava. A franquia de uma empresa de manutenção de computadores --a Sr. Computador--, com custo de R$ 7.500, atraiu Sampaio.
Nem foi preciso buscar espaço para instalar a unidade. O quarto de visitas de sua casa virou o escritório, onde hoje trabalha com um técnico e um funcionário da área comercial da empresa.
Sampaio diz que já percebia que o mercado era carente de profissionais da área de tecnologia e, por isso, não teve dúvida ao se franquear.
Hoje, ele comemora o seu negócio. "Quando se tem uma franquia, você está no nível de empresa, não é mais tratado como 'micreiro'", diz.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1208297-com-baixo-custo-microfranquia-atrai-investimento-de-iniciantes.shtml
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